Jogo que estimula a concentração auxiliou no tratamento de estudante.
Aos 9 anos de idade, em 2005, Rafael Vinha tinha poucas amizades, notas baixas na escola e não conseguia prestar atenção nas aulas ou em filmes. Quando foi confirmado o diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Rafael iniciou um tratamento que incluía, além de medicamentos, aulas de xadrez. «O jogo exige concentração e isso ajudou na minha vida», diz ele, que hoje com 13 anos sonha em ser veterinário.
Caracterizado por desatenção, impulsividade e hiperatividade, o TDAH é um transtorno neurobiológico de origem genética que pode comprometer o convívio familiar e o desempenho escolar.
Rafael Vinha foi o principal responsável pela introdução do xadrez – disciplina obrigatória para os 86 alunos até a 5ª série – na grade curricular do então recém-inaugurado Colégio Diocesano, em Orlândia, região de Ribeirão Preto (SP).
A coordenadora pedagógica Solange Ferreira já ensinava o jogo aos seus dois filhos e, ao saber do distúrbio de Rafael, deu seqüência ao projeto. Como resultado, venceu o prêmio Dica de Mestre, concorrendo com 86 projetos de todo o País durante o Congresso de Neurociência e Educação Aprender Criança.
Ler o artigo Xadrez pode ajudar crianças hiperativas que Brás Henrique escreveu no Estadão online. Ler também os artigos Pedagoga usa xadrez no tratamento de crianças hiperativas, Justiça beneficia o aluno hiperativo.






















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